terça-feira, 28 de maio de 2013

O VÍCIO DE FUMAR - Cigarro - Tabaco - Da Manipuladora Dependência do Pseudo-Prazer de Fumar, à Libertação - Dia Mundial Sem Tabaco - Luta anti-tabagista - OMS - Organização Mundial da Saúde - Em 2013 - ONU - O Brasil e a indústria tabagista - Manipulação da sociedade - Um exemplo em São Carlos-SP - Incentivo aos que querem se libertar - OLAS - Organização Latino Americana de Saúde - Proibições - ANVISA - "Meu pesar àqueles – indústria tabagista, produtores do tabaco, agências de publicidade e meios de comunicação – que induzem a desgraça alheia e, por conseguinte, a sua própria". - Por Paulo Penalva Mancini

Segue um texto, que acabo de escrever, dedicado a meus filhos, aos meus irmãos e especialmente a meu pai, que faleceu em função de um enfisema pulmonar, vítima, como milhões no mundo, da indústria do tabaco. Este texto alusivo ao próximo 31 de Maio, Dia Mundial Sem Tabaco, compreende os seguintes tópicos: Introdução; O Brasil x Indústria Tabagista; A Indústria do Tabaco e a Manipulação da Sociedade; Dia Mundial sem Tabaco 2013; São Carlos e a Luta Anti-Tabagista e Conclusão.
Um grande e fraterno abraço, 
Além dos malefícios à saúde, o ato de fumar também
prejudica o meio ambiente, direta e indiretamente.
Paulo P. Mancini  

31 de  Maio - Dia Mundial Sem Tabaco
 
Da Manipulada Dependência do (pseudo) Prazer
à Libertação do Vício de Fumar

Introdução                                                                           
            No último dia 21 de maio completaram-se 10 anos da aprovação, pela OMS – Organização Mundial de Saúde -, da Convenção Quadro para Controle do Tabaco (http://www1.inca.gov.br/inca/Arquivos/convencao_quadro_texto_oficial.PDF). Foi a primeira convenção que este órgão da ONU – Organização das Nações Unidas -, conseguiu estabelecer com a assinatura de 192 países, antes mesmo – como lembrou um representante da indústria tabagista – que se formulasse e aprovasse uma convenção global para a AIDS, malária, doença de Chagas, etc.
            Parece estranho, mas o tabagismo – ou o hábito de fumar – é considerado há mais de 50 anos, uma doença; e é, ainda, a principal causa de mortes por doenças evitáveis no mundo. Segundo a OMS, cerca de 6 milhões de pessoas morrem por ano no mundo devido ao vício de fumar; e aproximadamente 600.000 morrem pela exposição à fumaça dos cigarros (fumantes passivos).
A devastação e os danos que o tabagismo promove  não são só à saúde humana, mas também à saúde planetária. Cerca de 5% do desmatamento mundial são causados pelo corte de madeira nativa para gerar lenha para secagem das folhas de tabaco. As mais de 5000 substâncias tóxicas existentes nos cigarros e outros derivados do tabaco, acabam de alguma forma contaminando as águas e o solo. Uma porcentagem grande de queimadas e incêndios florestais são causados por bitucas de cigarro lançadas por usuários inconsequentes ou displicentes. O uso intensivo de agrotóxicos afetam gravemente a saúde de trabalhadores e o ambiente nas lavouras de tabaco do sul do Brasil e em outros países produtores. 



O Brasil x Indústria Tabagista

No Brasil, apesar da queda de 50% no número de fumantes nos últimos 20 anos, temos ainda 17,5 milhões de prevalência (pessoas que continuam fumando), com a morte de 200.000 pessoas/ano, devido ao consumo de cigarro e derivados do tabaco; que geram um custo anual para o Estado brasileiro de cerca de R$ 2, 3 bilhões anuais só com gastos na área de saúde. Não por acaso, o Instituto Nacional do Câncer, do Ministério da Saúde, é o órgão que no Brasil coordena as atividades de prevenção e combate ao tabagismo. Além do câncer do pulmão, em que 90%  dos casos  tem sua causa correlacionada com o hábito de fumar, o uso continuado dos  derivados do tabaco, além de causar dependência, pode causar diversas cardiopatias, doenças respiratórias e cancros na boca e laringe. São atribuídas ao consumo de cigarro: 45% das mortes por infartos do miocárdio;85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema), 25% das mortes por doença cérebro-vascular (derrames) e 30% das mortes por câncer.



A Indústria Tabagista e a Manipulação da Sociedade

Há cerca de dois meses, casualmente, tive a oportunidade de assistir a um trecho de uma audiência em uma comissão do Congresso Nacional, pela TV pública da Câmara Federal ou do Senado, na qual o atual Diretor Presidente da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o nosso Dirceu Barbano, filho de nossa vizinha Ibaté (SP) e Ex-Secretário da Saúde de São Carlos, na gestão Newton Lima, cheio de dedos, por estar no ninho das ‘cobras’, procurava defender o direito da ANVISA, garantido constitucionalmente, de controlar a produção e comercialização de produtos, como o fumo (tabaco) e seus derivados, que afetam a saúde humana.
O que está acontecendo é que com o relativo sucesso, nos níveis nacional e global, das ações para o controle do tabaco, especialmente após a aprovação da Convenção Quadro supra citada, a indústria tabagista tem desenvolvido estratégias para garantir seu futuro milionário e homicida, através de políticas que induzam adolescentes e jovens ao uso e, conseqüente, dependência do cigarro. Estatísticas indicam que 90% dos fumantes têm sua iniciação, ao vício, antes dos 19 anos.
 Dentre as táticas da indústria do fumo para seduzir adolescentes e jovens, desde 2009, está a de produzir e comercializar cigarros com aditivos flavorizantes que conferem sabores (morango, chocolate, tutti-fruti, etc), que tornam as primeiras tragadas (normalmente pouco ‘amistosas’ à nossa garganta ) mais suportáveis e, quem sabe, até mesmo gostosas.
No âmbito de seu dever e competência a ANVISA, após um ano de estudos e debates – e algumas concessões ao setor fumígeno – aprovou a resolução RDC 14/2012, para entrar em vigor em 2013, que proíbe no Brasil e produção e a comercialização de cigarros com estes novos aditivos flavorizantes. Os antigos aditivos, tradicionais na produção tabagistas não sofreram restrições.
Por seu nefasto lado, a indústria da morte está questionando judicialmente a competência da ANVISA para controlar a produção de cigarros. Mas, como já sofreu quatro derrotas jurídicas tentando continuar sua propaganda enganosa e mortífera, em doses, literalmente, ‘cavalares’  – quem tem mais de 20 anos deve lembrar-se de como ‘éramos fortes, jovens, livres e virís, como cavalos selvagens correndo nas pradarias americanas, fumando Marlboro’ – acionou seu lobby legislativo (quantos e quais deputados e senadores estão na ‘carteira’ da indústria do fumo), que através do deputado federal Luis Carlos Heinze (PP/RS), elaborou o projeto de decreto legislativo nº 3.034/2010, que tem por objetivo explicito suspender a Resolução da ANVISA (RDC 14/2012). http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=0CCFC975799463B2C8330CB1B443019A.node2?codteor=831206&filename=Avulso+-PDC+3034/2010                          



Dia Mundial Sem Tabaco 2013    

O tema que a OMS – Organização Mundial de Saúde – aprovou para a edição de 2013 da campanha do Dia Mundial sem Tabaco (iniciada em 1987) busca exatamente se contrapor às estratégias de promoção da indústria tabagista:”Dia Mundial Sem Tabaco: Banir Toda Publicidade, Promoção e Patrocínio do Fumo”. Vejam no seguinte link http://www.who.int/campaigns/no-tobacco-day/2013/en/index.html vídeo da campanha deste ano.
            É interessante notar que, pelo menos até agora, nossos meios de comunicação pouco ou nenhum destaque tem dado a essa salutar campanha. No passado, certamente, ganharam muito dinheiro com as glamorosas e fumacentas propagandas de cigarro. Até hoje, para mim, o Evandro L&Mesquita não se livrou do (mau) ‘$heiro’ da nicotina, que deixou onde “a gente (não) se encontra na 66”. Quantos adolescentes e jovens, na época (década de 90), ‘sublim(in)aram’ seus desejos, conscientes e inconscientes, de liberdade, aventura e rock & roll, em tragadas esvoaçantes, frustrantes e ‘cativantes’ (aquilo que torna cativo, preso) para a nicotina-dependência e sustentação da ‘multi’milionária indústria do fumo? Não é improvável que, nas circunstâncias atuais, globalmente menos favoráveis à holliwodiana indústria tabagista, nossos meios de comunicação dominantes (e dominados por interesses econômicos privados externos e internos) faturem evitando noticiar dados, campanhas e fatos que prejudiquem a poderosa indústria do tabaco.     
            São inegáveis os avanços, que tivemos no Brasil, nas últimas décadas, na luta pela redução do consumo do tabaco e à exposição à fumaça de cigarros, especialmente após a aprovação da lei federal 9.294 de 15 de julho de 1996 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9294.htm , que proibiu a propaganda de cigarros em rádio, televisão, jornais e revistas; bem como o impedimento de patrocínios de eventos culturais ou esportivos; e passou a exigir a , nas embalagens de cigarros, a adição de imagens, que esclarecem os consumidor, das doenças que o hábito de fumar podem causar. Nos EUA, pátria-mor da livre-iniciativa e do mercantilismo, estas proibições e exigências existiam desde o inicio da década de 70.
Contudo, ainda temos muito a conquistar no âmbito da proibição à publicidade, promoção e patrocínio da indústria tabagista. Na Austrália, p.ex., os cigarros só podem ser comercializados em embalagens sem cores, marcas e logotipos que induzam ao seu consumo. Na Inglaterra, os cigarros só poderão ser comercializados sem exposição visual: devem ficar, como remédios controlados, embaixo do balcão. Chile e Uruguai proibiram os fumódromos.
Através do artigo 49 da lei federal 12. 546 de 14 de dezembro de 2011, a Presidenta Dilma Roussef, modificou o artigo 3º da lei 9.294/96, que permitia proibindo completamente o uso de cigarro ou qualquer produtos fumígenos em qualquer recinto coletivo fechado, público ou privado (como já haviam proibido os estados do Rio de Janeiro e São Paulo), coibindo a brecha que a lei de 1996 permitia o uso do fumo “em área destinada exclusivamente a esse fim, isolada e com arejamento conveniente”. Também acrescentou a exigência de (só a partir de 2016!!!) ocupar 30% da área frontal dos maços de cigarro (hoje a exigência é apenas de 100% das ‘costas’ do maço de cigarro) com imagem ou texto esclarecedores sobre os riscos à saúde dos fumantes. Porém, mesmo com as evidentes concessões, passados quase um ano e meio da sua sanção, o  artigo 49 da lei 12.546/2011, ainda não foi regulamentada, tendo seus efeitos praticamente nulos. Não é difícil de imaginar a causa dessa inércia governamental ao ver o ‘sufoco’ do Diretor Presidente da ANVISA, Dirceu Barbano, junto ao Congresso Nacional. Infelizmente a a tal da ‘governabilidade’ faz exigências que custam muito caro e, neste caso, muitas vidas à nação brasileira.


O Anti-Tabagismo em São Carlos, SP

Lembro-me que uma das primeiras campanhas públicas realizada pela APASC – Associação para Proteção Ambiental de São Carlos, se não me engano, no ano de 1978, foi a impressão de um cartaz em A4 colorido, com o título “Por Amor Não Fume” e a imagem de um coração com um cigarro em seu interior, atravessado pelo símbolo da proibição.             
               
            À época, não tínhamos qualquer legislação que coibisse o hábito de fumar. Era só mesmo ‘por amor’ que podíamos apelar. Fumar, em qualquer local: ônibus, restaurantes, salas de aula, e até em hospitais e consultórios médicos, era o normal e "os incomodados que se retirassem". Já éramos os ‘eco-chatos’.



Incentivo aos que Querem se Libertar

            Em São Carlos, como provavelmente no restante do Brasil e no mundo, destacam-se alguns membros da Igreja Adventista do 7º Dia, que há décadas, oferecem, sempre gratuitamente, tratamento ou cursos para aqueles que pretendem enfrentar a difícil meta de se livrar da dependência do cigarro, sem qualquer financiamento público governamental. Algumas vezes já os vi oferecendo maçãs ou flores, junto com folhetos convidando fumantes a participar de seus cursos, que são completamente livres de proselitismo religioso, ainda que muitas vezes sejam realizados nas sedes de suas Igrejas.
            Para quem quer, por consciência pessoal ou política, ou precisa, por motivos de saúde pessoal ou de terceiros, livrar-se do pernicioso vício de fumar - para si e para outros -, a Igreja Adventista do 7º Dia, localizada no bairro Santa Felícia, à rua Luiz Pedro Bianchini, 591, oferece nos dias 27 a 31 de maio, um curso de 5 aulas, das 19h30 às 21h,  para libertar-se deste mau hábito (que também causa mau hálito) de fumar, com orientador de formação médica, detentor de profundo conhecimento do tabagismo, seus malefícios e sua cura. Creio que mesmo depois do prazo, interessados podem procurar a referida Igreja para verificar a oportunidade de novos cursos durante o ano.



A Indústria tabagista patrocinaria cursos para quem quer deixar de fumar ?

            Quando a indústria tabagista vai patrocinar cursos como estes, totalmente custeados por iniciativas da sociedade civil cidadã? Quando irá indenizar as famílias daqueles que morreram prematuramente devido ao hábito de fumar induzido pelo seu despreparo diante das sedutoras campanhas publicitárias promovidas pela indústria do tabaco, no passado?



Conclusão   
  
       Por princípio, sou contra qualquer proibição de consumo de qualquer substância nociva ou não à saúde humana, desde que não prejudique terceiros, por ferir a liberdade individual. Mas, não deveríamos permitir a publicidade, promoção ou patrocínio, de qualquer produto que direta ou indiretamente seja prejudicial à saúde humana ou planetária. Como conciliar as tragédias causadas diariamente pelo consumo de álcool no país, e seus imensuráveis custos materiais e imateriais, com a intensa e ‘cativante’ propaganda de bebidas alcoólicas (ainda que de baixo teor) como as cervejas? As chamadas ‘leis do mercado’, também chamado de ‘O Deus Mercado’, nos impõem muitos sofrimentos, dores e mortes evitáveis.
            Parabéns à OMS, OLAS – Organização Latino Americana de Saúde, à ANVISA, ao INCA – Instituto Nacional do Câncer e à todas instituições da sociedade civil, cidadãs e cidadãos que batalham para que diminuam e acabem as doenças e mortes provocadas pelo hábito de fumar. Meu pesar àqueles – indústria tabagista, produtores do tabaco, agências de publicidade e meios de comunicação – que induzem a desgraça alheia e, por conseguinte, a sua própria.

Paulo Penalva Mancini

São Carlos, 27 de maio de 2013

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

EMOÇÕES, SENTIMENTOS E ALIMENTAÇÃO - Muitos alimentos, através de algumas de suas substâncias, estão ligados diretamente aos estados de humor, às emoções e até aos sentimentos - Gérmen de trigo - Lentilha - Dr. Luiz Carvalho - Nutrólogo - Nutricionista Gabriela Zanatta - Triptófano - Tiamina B1 - Níveis de Serotonina - Mel - Chá verde - Abacate



DICAS REFERENDADAS POR NUTRÓLOGO.

Alimentos e Emoções

Banana- contra a ansiedade
Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada  e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel- pura alegria
Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona     como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.
Abacate- amigo do sono
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.
Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.
Salmão- levanta o astral
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.
Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.
Lentilha- afasta o medo
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.
Nozes- mantém você concentrada
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.
Chá verde- espanta o estresse
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.
Brócolis- deixa a mente esperta
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.
Óleo de linhaça- dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor.
Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.
Gérmen de trigo- acaba com a irritação
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.
Tofu-  espanta o desânimo
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental.
Quanto consumir: 1 fatia média / dia.
Dr. Luiz Carvalho - Nutrólogo e Nutricionista
Nut. Gabriela Zanatta Port - Nutricionista




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domingo, 27 de fevereiro de 2011

COMO PREVENIR A GRIPE ? - Comum, suína, H1N1, Influenza A, B - A teoria dos bacteriologistas e dos naturólogos sobre as inflamações - A maneira mais inteligente de evitar as gripes e a maioria das doenças são os hábitos saudáveis de alimentação, conv

Como prevenir a gripe ?

Como evitar a gripe comum, a H1N1, a Influenza A, a Influenza B ?

O que fazer para não ter gripe ?....



É aconselhável, além de sempre lavar as mãos, evitar colocá-las no rosto ?

Alguns medicamentos ou alimentos podem prevenir a gripe ?



 Foto - O conceito de movimentações físicas naturais englobam não apenas os exercícios físicos, mas também aqueles movimentos, ou estados de inação (repousos), que fazemos expontaneamente no dia a dia, como bocejar, descansar, espreguiçar, dormir, etc....




Como prevenir

A maneira mais inteligente de se prevenir todas as formas de gripe é a adoção de hábitos saudáveis : na alimentação, nos exercícios e movimentações, e no ambiente em que se vive. Não apenas a gripe, independente se for a comum ou outras, mas também a maioria das doenças são evitadas com hábitos saudáveis. Mesmo aquelas doenças  que tem causas hereditárias podem não se manifestar, caso a saúde esteja em perfeito equilíbrio.



A teoria da naturologia sobre as inflamações

Estudiosos e praticantes pioneiros da naturologia e da naturopatia, desde há muitas décadas, vem afirmando o contrário das convicções dos bacteriologistas e dos infectologistas. Os defensores dos princípios naturais diziam, e dizem, que as bactérias e os vírus, na maioria dos casos, são apenas agentes que disparam ou participam de processos inflamatórios, onde a natureza trabalha para manter ou restabelecer a ordem interna e o equilíbrio dos organismos, purificando-os de corpos e substâncias estranhas ou excessivas, em seus vários níveis : um pequeno agregado de células, um conjunto de órgãos ou sistemas orgânicos.



A morte é uma forma de preservação da espécie

Quando estes processos, que eliminam corpos ou substâncias tóxicas e indevidas, não conseguem realizar suas funções – a eliminação de impurezas e desequilíbrios - , a natureza entende que aquele indivíduo compromete a sanidade e o equilíbrio da espécie. Então advêm-lhe a morte. Nesta ótica, a morte é vista como benéfica à purificação da espécie.

Foto : Mudas de árvores. As árvores frutíferas produzem o alimento número 1 para os humanos. Além disso, são a principal solução para os problemas ambientais. 


Quatro níveis de alimentação e a gripe

A adoção de hábitos naturais e saudáveis pode, digamos, atingir vários níveis de conquistas, ou adesão : Vamos supor 4 níveis quanto aos hábitos alimentares :


Nível 1 – Alimentação saudável, a mais natural possível. Talvez a adoção do crudivorismo e do vegetarianismo, cientificamente conduzidos.
Os que conseguirem alcançar este nível, desde que não tenham fortes predisposições hereditárias, provavelmente não desenvolverão os processos inflamatórios da gripe, mesmo que se contaminem com o vírus. de forma similar reagirão a outros "ataques" de vírus e bactérias que poderiam provocar outras doenças.


Nível 2 – Alimentação saudável, porém não tão radical como a do nível 1. Por exemplo, comer produtos integrais e orgânicos, evitar excessos de sal e de açúcar, álcool e gorduras, etc....
Os que atingirem este nível manifestarão sintomas da gripe, Influenza A ou B, porém suas consequências serão brandas, certamente se recuperando em poucos dias.

           
            Foto : Otimismo e alegria são indispensáveis para uma boa saúde.

Nível 3 – Alimentação comum, tradicional, com a adoção de alguns poucos hábitos saudáveis.
As pessoas deste nível – a maioria – quando contaminadas pelos vírus das duas gripes, a comum ou a chamada gripe suína, e outras,  desenvolvem um quadro evolutivo mais intenso, com mais febre, mais tosse, mais dor no corpo e alguns casos complicam-se.

Nível 4 – Alimentação desregrada, muito artificial, com pouca mastigação, além de excessos de laticínios, de gorduras e carnes. Ou, por outro lado, alimentação fraca, e com poucos nutrientes.
Neste extremo encontram-se as pessoas que, quando contaminadas pelos vírus das gripes, exibem uma potencialização dos sintomas básicos, além de outros, como amigdalites, inflamações dentárias, otites, etc.... A gripe é prolongada e seus portadores procuram mais medicamentos alopáticos para amenizarem seus desconfortos e fortes dores persistentes.


Os grupos de risco são agravantes e devem ser analisados em relação a cada um dos níveis acima.

Uma pessoa pode adotar o nível 1, por exemplo, e ser um leucêmico com baixa atividade de seu sistema imunológico. Neste caso, suas possibilidades de não desenvolver complicações aumentam sobremaneira, porém não a livram por completo.

Por outro lado, se esta mesma pessoa leucêmica desbaratar sua saúde em uma alimentação totalmente desequilibrada e antinatural, "pode encomendar o caixão", pois as complicações respiratórias, e outras advindas da gripe, serão gravíssimas.



Finalmente o bom senso e a ciência irão confirmar

O objetivo destas suposições é apenas exemplificar como, de uma forma geral, não apenas as gripes, mas a grande maioria das doenças são evitáveis, ou se contraídas, tem a apresentação dos seus sintomas, e o tempo de seu desenvolvimento, reduzidos.

Foto - Este frangote provavelmente manifestou um problema genético. Infelizmente, embora criado com privilégios, foi atacado e morto com facilidade por um animal predador. Os humanos, inteligentemente, descobrem táticas e curas que os protegem.
As doenças são soluções que a vida encontrou para manter a pureza das espécies. A espécie humana depende de sua futura genética para reconquistar e manter o seu estado original puro. Este texto discorre melhor sobre o assunto (link não habilitado até esta data : pesquisar à direita, em MARCADORES)


Estes hipotéticos níveis podem ser detidamente estudados em sub-níveis, e pesquisas laboratoriais e estatísticas devem ser feitas. As antigas sabedorias populares, as sistematizações de naturologistas e dos defensores das mais diversas formas alternativas de cura natural, além de muitos nutrólogos, nutricionistas, médicos higienistas e de outras especialidades, enfim, um rol inúmero de pessoas sensatas que reconhecem atualmente a supremacia das leis naturais, merecem ter suas conclusões sobre saúde confirmadas pelos resultados de pesquisas científicas de, também, sensatos e inteligentes pesquisadores.



Os direitos das pessoas serão reconhecidos

Então o senso comum e a ética dos magistrados, admitirão a noção jurídica de que a sociedade tem o direito de ser esclarecida e defendida sobre a interferência na saúde humana que processos de produção e industrialização de alimentos provocam, além de possuir o direito de ser adequadamente orientada por reais profissionais da saúde, e não por profissionais cujas especialidades são as doenças (os dois, obviamente , necessários).



Não apenas procurar  bons nutrientes, mas também evitar os anti-nutrientes

Por outro lado, a grande maioria dos médicos higienistas e dos profissionais e estudiosos da nutrição, devem enfocar, também, "o outro lado da moeda" : Um organismo deve ingerir quantidades suficientes de nutrientes (a cara) e uma quantidade mínima possível de anti-nutrientes (a coroa). Este último lado tem sido sistematicamente relegado a poucas substâncias claramente nocivas, como os resíduos de agro-tóxicos. No entanto, uma extensa gama de toxinas e substâncias indevidas são assimiladas constantemente através da ingestão de alimentos ditos "funcionais", e em dietas que se categorizam comumente como "saudáveis". Pesquisas devem esclarecer se substâncias contidas em alimentos cozidos, assados ou fritos, e mesmo alguns crus, contribuem para forçar os sistemas de catabolização de anti-nutrientes. Além disso, muitos alimentos e hábitos alimentares inadequados podem produzir toxinas em nível de absorção intestinal, e mesmo na corrente sanguínea. Finalmente, há de se considerar que o excesso de muitos nutrientes torna-se um peso para as vias de eliminação de impurezas.



Lavar as mãos e evitar levá-las ao rosto é importante, mas....

Enfim, evitar doenças infecto-contagiosas e transmissíveis, certamente não dispensa  as medidas preventivas convencionais, como lavar as mãos e outras. Também não dispensa a profilaxia destas doenças com vacinas e algumas drogas  porém, prevenir-se desta forma, sem antes prevenir-se em relação às causas básicas das doenças – alimentação, movimentações e hábitos naturais – é claramente uma atitude tendenciosa ou de parca inteligência.

Foto : Uma nova humanidade está nascendo....

Leia também : "A gripe suína é benéfica à saúde das pessoas...." ( link não habilitado : Pesquisar à direita em MARCADORES)
 E :
Gripe suína....A mídia está exacerbando e fazendo sensacionalismo...."  ( link não habilitado : Pesquisar à direita em MARCADORES)


Luiz Antonio Vieira Spinola
Escrito em 25/julho/2009
Lagoa Real - BA



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sábado, 29 de janeiro de 2011

LEMBRANÇAS DA GRIPE SUÍNA, FUTURAS DOENÇAS E A PREVENÇÃO INTELIGENTE - Aprendendo com o passado - Em 2009 - Conclusões precipitadas ? - A gripe suína vai romper barreiras ? - A melhor prevenção são hábitos de vida saudáveis - "....e um sinal de que a causa principal das doenças está sendo relegada a um segundo plano a fim de ser substituida pela eterna ilusão das poções de cura, prevenções ou tratamentos. Nada há mais inteligente para se prevenir e se curar a maioria das doenças do que a adoção de hábitos de vida saudáveis"

Lembranças da Gripe Suína


O texto abaixo é um comentário enviado a Maurício Beltran

Hábitos saudáveis, como a coleta de frutas, é o que garante
a boa saúde e a prevenção da maioria das doenças.
Porque o governo pouquíssimo investe nesta importante
área ?....


Por Luiz A. V. Spinola




Li atentamente o seu artigo e os comentários. Muito bom. A discussão está acalorada !! Com respeito aos diversos posicionamentos, e com os esclarecimentos que o desenrolar da história irá propiciar, chegaremos finalmente a um acordo.

Gostaria de colocar uma observação quanto ao início de um evento de grande magnitude. Em sua análise, Maurício, creio ser prudente você inserir o fato de que esta doença infecciosa se transmite especialmente por contatos físicos e pelo ar próximo a pessoas que se encontram em ambientes de médio ou intenso convívio social. Pelo fato de crianças abaixo de 3 anos e idosos quase não saem de casa, o risco, para eles, NESTE MOMENTO, é bem menor que para a faixa etária entre 20 a 40 anos. É, esta última, a faixa composta por pessoas socialmente mais ativas e que mais viajam. Esta observação não prova nem uma coisa e nem outra, porém parece ser prudente tirar conclusões somente após um maior desenvolvimento dos eventos desta pandemia.

Quanto ao fato de que mulheres grávidas estão no grupo de risco, além de outros - e que não estão nos grupos de risco da gripe comum. Não sou especialista, mas certamente - você pode confirmar ou não - é devido ao despreparo do sistema imunológico das pessoas, condição esta agravada nas gestantes. Para resolver este problema, creio ser mais producente concentrar esforços - tanto na prevenção como no tratamento - no grupo das mulheres grávidas e nos demais. De qualquer forma, não creio ser a gripe suína motivo de tanto alarde, já que a gripe comum está matando o mesmo número de pessoas (na verdade bem mais, neste momento). Velhos  e tenras crianças são seres humanos como todos, e dignos de terem suas vidas preservadas.

Além disso, existem dezenas de outras doenças que matam muito mais, e para evitá-las quase nada se faz. O fator "novidade" está amedrontando as pessoas. Logicamente, é necessário precaver-se, porém, se fizermos disto um "pandemônio", os prejuízos diretos e indiretos, no final, serão imensamente maiores. Não sou partidário integral do posicionamento do governo. Na verdade o meu posicionamento é bem mais radical, tanto em relação aos que defendem que esta é uma "mera gripe", como em relação aos que advogam medidas extremas de adoção de costumes e isolacionismo de grupos sociais.

Creio que esta gripe vai romper todas as barreiras que, a despeito de tantas tentativas, mais levam à dissipação de esforços do que a resultados efetivos. Talvez no final do próximo ano chegaremos à conclusão de que a gripe suína foi um bom motivo para se aumentar os cuidados com a higiene pessoal e coletiva ( porém, sem excessos ) e um sinal de que a causa principal das doenças está sendo relegada a um segundo plano a fim de ser substituida pela eterna ilusão das poções de cura, prevenções ou tratamentos. Nada há mais inteligente para se prevenir e se curar a maioria das doenças do que a adoção de hábitos de vida saudáveis.


Entusiasta profissional e pesquisador. Parabéns !!

Abraços,

Luiz Spinola,
13, agosto, 2009 

Publicado neste blog em 11 de dezembro de 2012


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